Sintomas de alerta
- Dor espalhada pelo corpo há mais de três meses.
- Cansaço que continua mesmo depois de descansar.
- Sono que não descansa — você acorda como se não tivesse dormido.
- Dificuldade de concentração e de memória (a chamada “névoa mental”).
- Sensibilidade ao toque em vários pontos do corpo.
- Rigidez ao acordar, que costuma passar em pouco tempo.
Como se chega ao diagnóstico
O diagnóstico é clínico — vem da sua história e do exame, não de um exame de sangue. Não existe um exame que “dê fibromialgia”.
Os exames laboratoriais entram para descartar outras causas de dor e cansaço — por exemplo o hemograma (que avalia as células do sangue) e a dosagem do hormônio da tireoide (TSH). Quando esses exames vêm normais e os sintomas se encaixam, o diagnóstico se confirma.
Como é o acompanhamento
O plano é individual e combina algumas frentes: exercício físico orientado e progressivo, cuidado com o sono, estratégias para lidar com a dor e, em parte dos casos, apoio psicológico. Os retornos servem para ajustar o que está funcionando e o que não está.
O objetivo não é “acabar com a dor de uma vez” — é reduzir a intensidade, recuperar o sono e voltar às atividades que a dor tirou.
Reumatologista ou outro especialista?
Quem investiga a dor difusa, confirma o diagnóstico e coordena o acompanhamento é o reumatologista. O cuidado pode envolver outros profissionais (educador físico, psicólogo), mas a avaliação inicial e o plano são com a reumatologista.